A ministra da Gestão de Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, disse em entrevista à CNN Brasil que novos concursos serão autorizados no início do segundo semestre e reforçou, mais uma vez, que o governo estuda realizar uma segunda edição Concurso Nacional Unificado (CNU).
"Até o início de julho a gente deve autorizar novas vagas. Já anunciamos no Meio Ambiente, por exemplo. Precisamos avaliar se os ministérios e áreas contemplados vão querer fazer a prova unificada ou não. Eles querendo a gente pode repetir a prova unificada", disse a ministra Esther Dweck.
Mesmo que não seja desejo dos órgãos que tiverem concurso autorizado este ano preencherem as vagas por um novo concurso unificado, ainda assim o governo federal pretende abrir, a cada dois anos, um CNU.
"Se não quiserem, a gente imagina que talvez tenha que haver um intervalo de dois em dois anos porque é o tempo que dura um concurso. Então a nossa ideia original é fazer esse concurso unificado de dois em dois anos. Estamos avaliando, mas a ideia é que é um modelo que veio para ficar mesmo", comentou a ministra.
Diversos órgãos e ministérios encaminharam pedidos de concursos ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) até o dia 31 de maio. O governo analisará as solicitações para saber quais serão autorizadas.
Ibama, ICMBio e Jardim Botânico: concursos certos
Já se sabe que ao menos três órgãos, que integram a área ambiental, terão concursos autorizados. São eles: Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e o Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, já deu declarações de que já está tudo acertado, junto ao MGI, para que os três concursos sejam autorizados. A oferta prevista de vagas é a seguinte:
- Ibama – 260 vagas;
- ICMBio – 180 vagas;
- Jardim Botânico – 20 vagas.
Dezenas de outros órgãos e ministérios também estão na expectativa de terem concursos autorizados, tais como a Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Banco Central, Ministério da Fazenda, Iphan, Ibram, Susep, INPI, CGU, CVM, ANP, ANS, Ancine, entre outros.
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