Um novo concurso TJ SP parece ser apenas uma questão de tempo. O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo já anunciou que iniciou estudos visando a um novo certame para carreira de escrevente, desta vez abrangendo as comarcas do interior.
A seleção já está mobilizando milhares de concurseiros, em especial aqueles que desejam conquistar um emprego na área judiciária.
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Afinal, há vários motivos para se iniciar a preparação, tendo em vista os diversos atrativos oferecidos pelo TJ SP.
Quer saber quais são eles? Então, confira a seguir a lista abaixo, preparada pela reportagem da CENTRAL DE CONCURSOS, que traz sete motivos para você iniciar imediatamente a sua preparação.
1 – Apenas nível médio
Ao contrário dos tribunais vinculados ao Poder Judiciário da União (TRFs, TRTs e TREs, entre outros), onde é preciso ter formação superior para ingressar em qualquer carreira, o TJ SP mantém suas portas abertas para aqueles que têm apenas o nível médio. E as oportunidades surgem exatamente para a carreira de escrevente.
Então, se você tem o nível médio, não perca essa chance, já não se sabe ainda quando será aberto um novo concurso para a área Judiciária, no Estado de São Paulo, para quem possui essa escolaridade.
2 – Sem experiência
Para concorrer a uma vaga de escrevente não há necessidade de experiência profissional. Sendo assim, o concurso TJ SP é também uma ótima oportunidade para os que buscam o primeiro emprego, em especial para aqueles que estão concluindo o ensino médio ou que são universitários.
3 - Boa remuneração
Para uma carreira que exige apenas o nível médio, a remuneração do escrevente do TJ SP é bastante atrativa: R$7.630,17. O valor é composto pelo salário, de R$5.810,17, o auxílio-alimentação, de R$1.320 (valor médio para 22 dias de trabalho, sendo o valor unitário de R$60) e o auxílio-saúde, de R$500. Além disso, os servidores do tribunal contam com auxílio-transporte (R$8,80 por dia efetivamente trabalhado presencialmente).
4 – Estabilidade
Ter um emprego seguro, onde você não será despedido por qualquer razão banal ou por uma crise financeira que o país possa passar, é o que todos sonham, não é mesmo? E é exatamente isso que os aprovados no concurso TJ SP terão, caso sejam convocados para tomar posse. Isso porque as contratações para a carreira de escrevente ocorrerão pelo regime estatutário, que garante estabilidade no emprego, após três anos de estágio probatório.
5 – Teletrabalho
O teletrabalho (trabalho remoto) é regulamentado pelo TJ SP. Sendo assim, os servidores têm a chance de trabalhar do conforto do seu lar, evitando deslocamentos diários até o tribunal, e mantendo um maior contato com a família.
Essa modalidade de trabalho facilitará a vida, sobretudo, daqueles que residem na capital ou na Região Metropolitana do Estado de SP, já que, desta vez, o novo edital do concurso TJ SP será para atender às necessidades das comarcas do interior.
6 - Progressões e promoções constantes
Quem conquistar uma vaga de escrevente não vai ficar estagnado na carreira. Isso porque os servidores do TJ SP contam com um plano de cargos e salários que proporciona progressões e promoções constantes. Isso significa que, ao longo do tempo, é possível crescer profissionalmente e obter incrementos salariais.
7 – Estrutura regular de provas
O sétimo motivo para se preparar para o concurso TJ SP não chega a ser um atrativo específico da carreira de escrevente, mas trata-se de um aspecto muito relevante para quem pretendo participar do certame.
O Tribunal de Justiça SP vem mantendo uma estrutura regular de provas em suas seleções para a carreira de escrevente. Para quem estuda para concursos, isso é algo bastante positivo, pois essa regularidade facilita a preparação dos candidatos.
Via de regra, o concurso TJ SP é composto por apenas duas etapas. A primeira é composta por uma prova objetiva, que costuma ter 100 questões, distribuídas por três blocos de disciplinas. São ele:
- Bloco I – 24 questões de Língua Portuguesa;
- Bloco II – 40 questões de Conhecimentos em Direito (Direito Penal, Direito Processual Penal, Direito Processual Civil, Direito Constitucional, Direito Administrativo e Normas da Corregedoria Geral);
- Bloco III – 36 questões de Conhecimentos Gerais (seis de Atualidades, seis de Matemática, 14 de Informática e dez de Raciocínio Lógico).
Já a segunda etapa é a prova prática, que consistiu na formatação e digitação de um texto. Serão convocados para ela os aprovados na prova objetiva até determinado limite estabelecido em edital.
Todos os últimos concursos para escrevente do TJ SP vêm sendo realizados pela Fundação Vunesp. Logo, os futuros candidatos possuem um enorme acervo de provas para utilizar durante a preparação.
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