Agora é oficial: o concurso para 100 vagas de analista de planejamento e orçamento (APO) do Ministério do Planejamento e Orçamento está autorizado. A portaria que dá aval para a seleção, editada pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), foi publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira, dia 26.
A seleção para analista de planejamento e orçamento já estava autorizada desde o último dia 18, quando a ministra da Gestão anunciou um pacote de concurso para diversos órgãos e ministérios. No entanto, a portaria autorizativa só foi publicada nesta quarta-feira.
Estabilidade e remuneração são os atrativos
A carreira de APO exige nível superior em qualquer área. O subsídio é de R$20.924,80, mas com a inclusão de R$658 de auxílio-alimentação, a remuneração passa a ser de R$21.582,80. As contratações ocorrerão pelo regime estatutário (garantia de estabilidade).
O Ministério do Planejamento e Orçamento divulgará o edital em um prazo de até seis meses, ou seja, até 26 de janeiro. De acordo com a portaria que autorizou o concurso APO, o intervalo entre a abertura do certame e a aplicação das provas será de, pelo menos, dois meses.
Agora que o concurso está autorizado, os principais passos até a divulgação do edital serão os seguintes: formação da comissão responsável pela seleção, elaboração do termo de referência e escolha da organizadora.
Embora o APO pertença aos quadros do Ministério do Planejamento e Orçamento, esta é uma carreira transversal, onde os aprovados poderão ser lotados em qualquer ministério ou órgão do governo federal.
Veja detalhes do último concurso APO
O último concurso APO aconteceu em 2015, quando foram oferecidas 80 vagas, em Brasília, distribuídas pelas seguintes especialidades:
- Planejamento e Orçamento;
- Tecnologia da Informação/Gestão e Desenvolvimento de Sistemas;
- Tecnologia da Informação/Gestão de Infraestrutura de TI;
- Gerência de Projetos e Governança de TI.
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O concurso APO, que foi organizado pela Esaf, contou com prova objetiva (Conhecimentos Gerais e Conhecimentos Específicos), prova discursiva, análise de títulos e curso de formação.
As disciplinas de Conhecimentos Gerais, comuns a todas as especialidades, foram as seguintes: Língua Portuguesa, Língua Inglesa ou Espanhola, Raciocínio Lógico Quantitativo/Estatística, Direito Público/Administração Pública e Contabilidade Pública/Auditoria e Controle. As matérias específicas variaram de acordo com a especialidade.




