Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação divulgou nesta terça-feira, dia 13, uma portaria que estabelece as diretrizes para o próximo concurso MCTI, já autorizado pelo Ministério da Gestão e Inovação em Serviços Públicos (MGI).

Serão preenchidas 55 vagas em três unidades de pesquisa (UP), sendo 34 vagas para pesquisador e 21 para tecnologista, carreiras que exigem formação superior. Os editais serão divulgados até fevereiro.

VEJA A PORTARIA DO CONCURSO MCTI

A seleção dos candidatos ocorrerá por meio de provas e avaliação de títulos, conforme especificado na portaria publicada no Diário Oficial da União.

Esse formato é semelhante ao adotado nos concursos anteriores do MCTI, realizados em 2023, também para as carreiras de pesquisador e tecnologista. Naquela ocasião, os candidatos passaram por uma série de etapas, como:

  • Provas escritas discursivas;
  • Defesa pública de memorial e plano de pesquisa;
  • Análise e avaliação de títulos.

As provas discursivas, geralmente com quatro horas de duração, possuem caráter eliminatório e classificatório. A expectativa é de que essa mesma estrutura seja mantida para os três próximos concursos previstos.

Editais serão publicados até fevereiro

O documento também reforça os prazos já estipulados na portaria do MGI que autorizou o concurso. A data-limite para a divulgação do edital foi estabelecida para 14 de fevereiro de 2025, com um intervalo mínimo de dois meses entre a publicação e a aplicação da primeira etapa.

Caso alguma Unidade de Pesquisa não cumpra o prazo definido, suas vagas poderão ser redistribuídas para outras instituições.

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Nesta semana, foi confirmado que o Instituto Nacional do Semiárido (INSA) firmou contrato com o Cebraspe para organizar o seu concurso público. O Instituto Nacional de Pesquisas do Pantanal (INPP) também confirmou a contratação da mesma instituição conduzir o seu certame. A única unidade que ainda não oficializou a escolha de uma banca é o Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG).

Vale ressaltar que cada unidade de pesquisa do MCTI possui autonomia para conduzir seus próprios concursos, o que explica o fato de o INSA e o INPP já terem avançado na escolha de suas respectivas bancas organizadoras.

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