O secretário-geral da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico, Nazareno Araújo, informou que já foi formada a comissão do concurso ANA. A seleção, que já foi autorizada pelo Ministério da Gestão, visará ao preenchimento inicial de 40 vagas de especialista em regulação de recursos hídricos e saneamento básico, para atuação em Brasília.

A carreira exige nível superior e tem remuneração inicial de R$17.071,35. O valor é composto pelo subsídio, de R$16.413,35, e auxílio-alimentação de R$658. As contratações ocorrerão pelo regime estatutário, que assegura estabilidade no emprego.

A comissão do concurso ANA terá como atribuição definir os principais detalhes do concurso, tais como banca organizadora, cronograma, cidades de aplicação de provas, conteúdo programático, entre outros.

Segundo Nazareno Araújo, a comissão ficará responsável por definir também se a carreira de especialista será aberta a quem tem formação em qualquer área ou em cursos específicos.

“Temos carência de profissionais com formação em Economia, Ciências Contábeis e Administração, por exemplo, mas não dá para cravar que o concurso será para áreas específicas”, disse.

O secretário-geral da ANA não informou quando o edital será divulgado, mas o limite para a publicação do documento, conforme estabelece a portaria do Ministério da Gestão que autorizou o concurso, é o dia 16 de janeiro. “Queremos divulgar o edital o quanto antes”, informou.

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Provas devem acontecer em algumas capitais

Também ainda não se tem uma previsão de quando as provas serão aplicadas, mas a portaria do Ministério da Gestão estabelece que haja um intervalo mínimo de dois meses entre a publicação do edital e a realização da primeira etapa.

Nazareno Araújo adiantou que a direção da agência solicitou à comissão do concurso aplique as provas em ao menos uma capital de cada região do país. “Queremos que as provas ocorram os mais perto possível das pessoas”, afirmou.

O último concurso ANA, para especialista em regulação, aconteceu em 2008, com organização da Esaf. Na época, a exigência para concorrer foi o nível superior em qualquer área. Os candidatos foram avaliados por meio de provas objetivas, discursivas e avaliação de títulos. Houve ainda um curso de formação profissional.

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