Após a ministra da Gestão, Esther Dweck, ter confirmado que o governo federal realizará a 2ª edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU), o chamado “Enem dos Concursos”, o secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), José Celso Cardoso Junior, deu declaração à imprensa que o CNU poderá trazer oferta entre 3 mil e 3.500 vagas.

Ele deixou claro que esse quantitativo é apenas uma estimativa, já que depende ainda da aprovação do Orçamento da União por parte do Congresso Nacional, que permitirá que o governo autorize novos concursos este ano. 

As vagas para 2025 se somarão às que já foram autorizadas no ano passado para diversos órgãos, fazendo com que esse quantitativo possa chegar a até 3.500 vagas.

"Está em aberto um conjunto de vagas que estão previstas de serem autorizadas em 2025, no Orçamento que não foi aprovado ainda. Tudo somado, a gente acredita que pode conseguir reunir algo como 3 mil, 3.500 vagas para realizar uma segunda edição do concurso unificado". 

Dos órgãos que já receberam autorização do MGI, em 2024, para abrir concursos, a Fundação Biblioteca Nacional, o Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), o Ministério da Fazenda, a Fundação Cultural Palmares e a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) já manifestaram interesse em aderir ao CNU 2025.

O anúncio oficial do CNU 2025, segundo a ministra Esther Dweck, acontecerá nos próximos dias. A tendência é que isso aconteça ainda neste mês de fevereiro.

"Sim, em breve anunciaremos um novo concurso (CNU), mas ainda não será hoje. Ao que tudo indica, em breve teremos o anúncio de um novo CNU", informou Dweck.

Previsão é de aplicar provas em agosto

Já na última quarta-feira, dia 5, a ministra da Gestão disse que o edital do novo CNU deverá sair ainda neste primeiro trimestre, ou seja, até março. Já as provas, segundo ela, em agosto.

"A gente espera o edital até o finalzinho do primeiro trimestre. A prova, a gente gostaria de repetir em agosto. A gente ainda não sabe se vai ser possível pelo prazo do edital. Agosto é o mês de menor incidência de chuvas no Brasil. A ideia é fazer a prova no início do segundo semestre, essa é a nossa lógica de calendário", declarou Esther Dweck, durante o programa Bom Dia, ministra, nesta quarta.

De acordo com Esther Dweck, a 2ª edição do CNU trará algumas novidades. "Quando formos lançar o próximo edital vão ter inovações e aprendizados com base na primeira edição. Estamos fazendo justamente esse balanço", disse.

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Por meio do CNU, os candidatos poderão concorrer a em diversas carreiras e órgãos dentro de um mesmo bloco temático, porém pagando apenas uma única taxa de inscrição.

O CNU também tem um viés democrático, pois as provas são aplicadas em centenas de cidades do país. Na primeira edição, elas ocorrem em mais de 200 municípios.

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