A edição de 2025 do Concurso Nacional Unificado (CNU) está em fase de preparação pelo Governo Federal, com a previsão de que o edital seja divulgado até março, conforme anunciou a ministra da Gestão e Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck.
Embora o número de vagas e a lista completa de órgãos participantes ainda não tenha sido divulgada, algumas instituições que já receberam autorização para abrir concursos confirmaram sua adesão ao CNU deste ano. São elas:
- Fundação Biblioteca Nacional: 14 vagas;
- Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj): 20 vagas;
- Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR): 10 vagas;
- Instituto Brasileiro de Museus (Ibram): 28 vagas;
- Ministério da Fazenda: 30 vagas;
- Fundação Cultural Palmares: 10 vagas.
O Ministério da Saúde, por sua vez, informou que está avaliando a possibilidade de participar do concurso, sendo que a pasta possui autorização para preencher até 319 vagas efetivas.
A ministra também destacou que duas novas carreiras transversais do Governo Federal estarão presentes no CNU 2025:
- Analista técnico de Justiça e Defesa;
- Analista técnico de desenvolvimento socioeconômico.
Essas vagas exigem nível superior e oferecem salários iniciais aproximados de R$9 mil. Entretanto, os concursos para essas carreiras ainda dependem da autorização após a aprovação do Orçamento deste ano pelo Congresso Nacional.
Além disso, a carreira de analista-técnico administrativo (ATA), já com autorização para 28 vagas, também fará parte da seleção.
É importante observar que outros órgãos que receberão autorização para novos concursos em 2025 podem ainda manifestar interesse em integrar o CNU deste ano.
CNU 2025: secretário estima oferta de até 3.500 vagas
Após a ministra da Gestão, Esther Dweck, ter confirmado que o governo federal realizará a 2ª edição do Concurso Público Nacional Unificado (CNU), o chamado “Enem dos Concursos”, o secretário de Gestão de Pessoas do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), José Celso Cardoso Junior, deu declaração à imprensa que o CNU poderá trazer oferta entre 3 mil e 3.500 vagas.
Ele deixou claro que esse quantitativo é apenas uma estimativa, já que depende ainda da aprovação do Orçamento da União por parte do Congresso Nacional, que permitirá que o governo autorize novos concursos este ano.
As vagas para 2025 se somarão às que já foram autorizadas no ano passado para diversos órgãos, fazendo com que esse quantitativo possa chegar a até 3.500 vagas.
"Está em aberto um conjunto de vagas que estão previstas de serem autorizadas em 2025, no Orçamento que não foi aprovado ainda. Tudo somado, a gente acredita que pode conseguir reunir algo como 3 mil, 3.500 vagas para realizar uma segunda edição do concurso unificado".
Previsão é de aplicar provas em agosto
Segundo a ministra Esther Dweck, o edital do novo CNU deverá sair ainda neste primeiro trimestre, ou seja, até março. Já as provas, segundo ela, em agosto.
"A gente espera o edital até o finalzinho do primeiro trimestre. A prova, a gente gostaria de repetir em agosto. A gente ainda não sabe se vai ser possível pelo prazo do edital. Agosto é o mês de menor incidência de chuvas no Brasil. A ideia é fazer a prova no início do segundo semestre, essa é a nossa lógica de calendário", declarou Esther Dweck.
De acordo com Esther Dweck, a 2ª edição do CNU trará algumas novidades. "Quando formos lançar o próximo edital vão ter inovações e aprendizados com base na primeira edição. Estamos fazendo justamente esse balanço", disse.
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Por meio do CNU, os candidatos poderão concorrer a em diversas carreiras e órgãos dentro de um mesmo bloco temático, porém pagando apenas uma única taxa de inscrição.
O CNU também tem um viés democrático, pois as provas são aplicadas em centenas de cidades do país. Na primeira edição, elas ocorrem em mais de 200 municípios.
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